Saindo do trabalho, meio-dia, cansado, o flanelinha, na porta do carro: "Ei, me dá um real, eu tava olhando o carro"; eu: "Hoje não tenho, amigo, fica pra próxima"; o flanelinha: "Que é isso, doutor, só um real..."; eu: "Rapaz, já falei que não tenho..."; o flanelinha, já dando as costas: "Ah, vai dar o cu...".
Conclusões: Sou obrigado a pagar por um serviço que não pedi, tenho que ter sempre moedas ou notas de pequeno valor na carteira, e meu cu só vale um real.
Capitalismo é foda, literalmente...
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